The Walking Dead 7×10 | Jesus é gay mas isso não muda nada na série

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Razoável

O episódio 7×10 de The Walking Dead, New Best Friends, serviu pra continuar a peregrinação de Rick (Andrew Lincoln) pra transformar inimigos em aliados e parece que agora é a hora de surgir grupos brotados do lixo, literalmente, pra fazer volume na série. Enquanto isso, o criador da série Robert Kirkman revela que o personagem novato Jesus (Tom Payne), é gay.
O que isso vai melhorar na série? Absolutamente nada.

Vamos aos fatos, Rick saiu a procura do padre Gabriel (Seth Gilliam). Esse padre que aliás não traz um mínimo de importância pra série. No meio do caminho eles trombam com a gangue de Jadis. Algumas dezenas ou centenas de figurantes contratados que aparecem em um lixão gigantesco (o lixão mais bem colorido e bonito que já vi).
Mas por fim, Rick luta com um zumbi de armadura e ganha a chance de poder apostar com Jadis que se ele trazer muitas armas de fogo, ela tem que seguir com ele pra batalha contra Negan (Jeffrey Dean Morgan).

Melhor momento do episódio, o encontro de Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride). Ali sim existe empatia. Agente conhece o passado dos dois e entende o sofrimento e a comoção no olhar de Daryl e a felicidade e a emoção de Carol. Lindo esses dois.

Eu só não entendo o porque de as pessoas do Kingdon ainda quererem ajudar a Carol. Ela é uma semi deusa agora por ter fugido?

The Walking Dead parece que está tentando me enganar novamente. Esses episódios enrolados só servem mesmo pra mostrar que agente está sendo cozinhado em banho maria, como diria minha mãe, enquanto no fundo nos já sabemos no que isso tudo vai dar.
Quero avançar pra batalha contra o Negan. Tem como?

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Razoável

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