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Os filmes de Denys Arcand são conhecidos no Canadá e em todo o mundo. O renome de seus filmes não se deve apenas aos prêmios de prestígio que ganharam, mas também à perspectiva penetrante e ao mesmo tempo poética do diretor.

Em 2007, seu filme A Era da Inocência (L’Âge des ténèbres) foi o escolhido para a Seleção Oficial do Festival de Cannes na Noite de Encerramento, um evento muito especial, haja vista que era o 60º aniversário do festival. Em 2003, ele escreveu e dirigiu As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares). O filme recebeu vários prêmios de prestígio em todo o mundo, dentre eles o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, três César – Melhor filme, Melhor Roteiro e Melhor Diretor, – além do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes. Em 2000, Arcand filmou Estrelato – A Realidade de uma Top Model  (Stardom), que refletia a obsessão da sociedade com celebridades e retratava a exploração que anda lado a lado com a fama. O Festival de Cinema de Londres, assim como os festivais de Toronto e Vancouver, o exibiram nas suas edições subsequentes.

Em 1989, Denys Arcand dirigiu o impactante Jesus de Montreal (Jésus de Montréal), que competiu em Cannes e venceu o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio Ecumênico. O filme ainda recebeu 12 Prêmios Genie, além de ter sido indicado para o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1986, Denys Arcand deixou sua marca em uma geração com seu filme O Declínio do Império Americano (Le déclin de l’empire américain). O filme foi selecionado para integrar a Quinzena do Realizador do Festival de Cannes, tendo vencido o Prêmio da Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI) e sido indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Em paralelo à carreira de cineasta, Denys Arcand publicou diversos artigos e escreveu um livro “Euchariste Moisan”, de 2013. Em 2011, em parceria com o artista Adad Hannah, Arcand idealizou “Safari”, uma cena de 7 minutos para o 150º Aniversário do Museu de Belas Artes de Montreal. Amante da música erudita, dirigiu sua primeira ópera em 2015, Zémire e Azor, em parceria com a orquestra de câmara Les Violons du Roy, de Québec.

Denys Arcand é Commandeur de L’ordre des Arts et des Lettres (França), Companion of the Order of Canada e Cavaleiro da National Order of Quebec. Ademais, Arcand é membro de Artes e Ciências Cinematográficas.

Todos as obras de Arcand retratam seu amor pela história e sua paixão e compaixão por pessoas de diferentes camadas da sociedade.

Escriba de dia, de tarde e de noite e, quando não falta mais nada, observador da vida e da arte, não necessariamente na mesma ordem.

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